PENSAMENTO DO DIA
PENSAMENTOS e FILOSOFIA

AGOSTO de 2005


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01/Agosto/2005:

“ COMPETIÇÃO x COOPERAÇÃO ”

“A competição, pode até mesmo ser benéfica, se exercitada dentro de valores éticos, mormente no mundo dos esportes; todavia, a competição desenfreada na vida particular e profissional, está na raiz de grande parte dos problemas psíquicos atuais e atenta contra a própria evolução do ser humano integral do terceiro milênio, visto se colocar em flagrante oposição à cooperação, um dos objetivos mais caros da sua própria existência. ”

( Eng. Celio Franco - Biografia - 1959/*** )
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02/Agosto/2005:

“ SOBRE BACTÉRIAS NAS GELADEIRAS E OUTRAS
IDIOTICES E INUTILIDADES ”

“ No último dia 31 de julho de 2005, como de costume nos últimos seis meses, o Fantástico veiculou uma reportagem sobre a existência e o acúmulo de bactérias na geladeira. O senhor Dr. Roberto Figueiredo ensinava ao público sobre a grande importância de lavar a geladeira toda semana, com água sanitária, para evitar que muitas bactérias ali comecem a residir. Essa reportagem é apenas mais uma, de uma série, que só falta nos dizer para tomarmos banho com água sanitária e álcool, a fim de ficarmos bem "higienizados".

Coloquei-me, então, a indagar e a refletir acerca desse tipo de discurso sobre a "higiene" e sobre as influências e as conseqüências de um programa como esse na sociedade. Alguns poderão dizer que estou exagerando e sendo, até, trágico..., senão melodramático. O fato é que tal reportagem me remeteu imediatamente a um tipo de sociedade que já tenho visto no cinema e na literatura – que me parecem ser previsões de um mundo totalmente possível. Isso é o que me assusta... !!!

Pensar que poderemos chegar a uma sociedade organizada nos moldes daquelas apresentadas em filmes tais como O Demolidor, com Silvester Stallone, Gattaca, com Ethan Hawk, Equilibrium, com Christian Bale, 1984, baseado no livro de George Orwell, e o mais recente, A Ilha, com Ewan McGregor, é algo que me aterroriza. Por quê? Com um breve passeio pela literatura e pelo cinema – que me parecem bem mais verdadeiros e reveladores do que a própria realidade concreta –, observamos que tudo aquilo – seja bom, seja ruim – que vemos como previsão para a estruturação da sociedade futura, inicia-se com pequenas ações, decisões ou explorações da mídia, do governo, da iniciativa privada ou de manifestações equivocadas da sociedade civil.

Não sou biólogo ou especialista em qualquer área que diga respeito ao assunto das bactérias, no entanto, sei que o corpo humano, naturalmente, desenvolve defesas contra estas bactérias e germes que estão presentes no nosso dia-a-dia; do contrário, morreríamos logo ao sair do útero materno e vir à luz (ou às trevas?). Fazer "terrorismo", como esse que está sendo feito aos domingos no Fantástico (e ele é um entre inúmeros programas de TV que fazem isso) me parece, além de violência, um modo de iniciar uma imposição comportamental na sociedade, que desembocaria numa sociedade "paranóica" em 30 ou 40 anos, isso além de usar o espaço midiático para discutir banalidades, enquanto temos tantas questões importantes que deveriam ser debatidas.

Esse comportamento paranóico converter-se-ia em coisas que, hoje, pensamos ser impossíveis. Todavia, um breve lançar de olhos sobre os rumos que o comportamento humano está tomando mostra que tais previsões são totalmente possíveis e, quem sabe, até inevitáveis, cito: (1) o aumento do número de relacionamentos virtuais, sejam namoro, amizade e até sexo; (2) a fugacidade, a efemeridade e a superficialidade dos relacionamentos amorosos praticados por adolescentes, jovens e adultos; (3) o comportamento corrupto; (4) o egoísmo e o individualismo que dominam o ser das pessoas; (5) estudos e programas de TV tentando mostrar que ações comportamentais tão corriqueiras na vida humana, já praticadas há milênios e caracterizadoras da própria humanidade, são formas de transmitir doenças (o aperto de mãos, o abraço, o beijo e o ato sexual, por exemplo) por vírus, germes e bactérias, devendo, por isso mesmo, ser evitadas. Vende-se então a idéia de que "está fora de moda" ser honesto e companheiro; que é perigoso ter relacionamentos humanos que envolvam contatos físicos. Tudo deve ser feito a distância, virtualmente... Nosso futuro será a masturbação mental e sexual?! O medo do próximo?! O isolamento voluntário?!...


Questiono-me sobre as prioridades temáticas em nossa sociedade pós-moderna, que a cada momento se afunda ainda mais na alienação, na idéia da incapacidade para mudanças do sistema, na existência centrada em objetivos de vida vazios, efêmeros, descartáveis, egoístas e materialistas, no exercício do hedonismo (em graus bem diferentes para cada classe social) como único sentido da vida.

Se um programa de TV, que pode ser tomado como um dos cinco mais influentes e "importantes" da televisão brasileira, como o Fantástico (mas estendo minhas afirmações a toda a mídia), desperdiça o seu e o nosso tempo discutindo bactérias existentes nas geladeiras ou nas buchas de pia, discutindo os sentidos de maneira tão inútil e materialista, veiculando quadros de humor sem nenhum conteúdo e discutindo a qualidade dos sacos de lixo, então... só posso imaginar que o sentido da vida, realmente, se perdeu (ou será que nunca houve um legítimo?). Por que a TV não discute os sentidos como algo imprescindível à percepção da beleza e da poesia das coisas da natureza e, assim, procure despertar uma consciência ecológica e amadurecer a sensibilidade e a percepção do mundo; ou como forma das pessoas se aproximarem mais verdadeiramente uns dos outros, de demonstrarem amizade, afeto, carinho, amor? Por que não falar das bactérias que estão presentes no papel que jogamos na rua, no cuspe que damos ao chão, no lixo exposto a céu aberto nas esquinas e nos aterros sanitários e, ao mesmo tempo, por meio dos sentidos, não se tentar conscientizar as pessoas da importância de se "ver" as cidades limpas e de não "respirar" o ar poluído pelos gases que "flutuam no ar"? Por que, no lugar dos quadros de humor vazio, não são apresentadas obras adaptadas de contos da literatura universal, que transmitam e ajudem no despertar dos sentimentos e idéias importantes para a construção de uma sociedade mais verdadeira e mais justa? Por que insistir em discutir sintomas dos verdadeiros problemas sociais, como o egoísmo, a alienação e a covardia do status quo capitalista, no lugar de discutir os problemas educacionais e filosóficos dessa "sociedade de mercado"? Por que não fazer seis meses de reportagem mostrando a precariedade das escolas públicas do Brasil? Por que não discutir durante seis meses a subvalorização social e salarial dos professores, por exemplo? Por que não produzir quadros televisivos que discutam a necessidade da dignidade e da vivência dos valores morais? Por que não fazer um especial, de dez episódios, sobre a "evolução" da humanidade em seu processo de 'coisificação' do ser humano? Por que não discutir a triste capacidade do ser humano de usar sua inteligência e seu dinheiro, público ou não, para promover a violência, a alienação e as diferenças sociais?

Por que teimamos em usar o mais poderoso veículo de comunicação da humanidade como instrumento de manutenção da ignorância, do egoísmo e do vazio humano?

Sonho, enfim, em ver nos canais de massa, discussões sérias a respeito de valores morais, de virtudes, de sentimentos legítimos. Sonho em falar abertamente sobre dignidade, honestidade, humildade e solidariedade nos veículos de comunicação de massa, sem que para isso precise vestir a máscara da demagogia, provocando reflexões profundas e capazes de causar mudanças significativas na sociedade. Tudo isso é possível, sem ser piegas, sem ser tedioso, sem ser moralista – ao contrário do que poderiam afirmar alguns –, basta usar o riso e a lágrima, para falar de algo que seja realmente significativo, com uma proposta legítima para fazer repensar a existência humana. Basta entender que um povo com dignidade e formação educacional séria é um povo que vivencia a higiene corporal e moral, como algo absolutamente natural...!

Porém, por enquanto, parece me restar apenas o sonho... Até quando ?! ”

( Prof. Alessandro Eloy Braga - Biografia - 1973/*** )
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03/Agosto/2005:

“ DINHEIRO MOTIVA ? ”

Recebemos, via internet, a frase: 'quando jovens, achamos que dinheiro é tudo, quando velhos, temos a certeza'. Ela serviu de gancho para a reflexão acerca de um dos mais complexos, e polêmicos, temas sobre o comportamento humano – motivação financeira. As opiniões circulam, velozmente, entre os que acham que dinheiro não é tudo e os que estão convencidos de que a parte mais sensível do corpo humano é, sem dúvida alguma, o bolso. O questionamento sobre motivação é de essencial importância, pois atinge todas as atividades humanas, sendo o cenário de transações bilionárias e de campanhas humanitárias.

Entre os estudiosos sobre motivação, destacamos o psicólogo Abraham H. Maslow (1908-1970), que fez história com a sua célebre teoria da pirâmide das necessidades humanas. Na base, as necessidades fisiológicas, depois as de segurança, em seguida as sociais, após essas as de status e estima e, no ápice, a auto-realização. De acordo com Maslow, 'as necessidades fisiológicas constituem a sobrevivência do indivíduo e a preservação da espécie: alimentação, sono, repouso, abrigo, etc. As necessidades de segurança constituem a busca de proteção contra a ameaça ou privação, a fuga e o perigo. As sociais incluem as necessidades de associação, de participação, de aceitação por parte dos companheiros, a troca de amizade, de afeto e amor. As necessidades de estima envolvem a auto-apreciação, a autoconfiança, a necessidade de aprovação social e de respeito, de status, prestigio e consideração, além do desejo de força e de adequação, de confiança perante o mundo, independência e de autonomia. As necessidades de auto-realização são as mais elevadas, de cada pessoa realizar o seu potencial e de autodesenvolver-se continuadamente.”

Um mergulho nessa teoria nos permite visualizar a diversidade de estímulos motivacionais, inclusive financeiros, pois se o dinheiro não é o maior motivador para determinadas pessoas, a sua falta, ou a sua raridade, é uma das causas da exclusão social – chaga viva da humanidade. Serviços de educação e de saúde, alicerces da qualidade de vida, tem preços proibitivos para as pessoas de baixa renda, o que as impede de acompanhar a era do conhecimento – única fonte de riqueza das nações. Se sucesso é conseguir o que se almeja, felicidade é ficar satisfeito com o que se conquistou. Em todas as profissões encontramos registros de carreiras promissoras que foram interrompidas precocemente, não por falta de talento, mas por inabilidade entre o adequado uso dos ganhos, a administração do poder e o convívio com a fama. O equilíbrio entre essas variáveis, fatores da mesma equação, constitui o grande desafio a ser superado.

Encantar os funcionários, para que sintam prazer e orgulho em trabalhar na empresa, é muito mais complicado do que conquistar os clientes, pois o número de variáveis emocionais envolvidas é muito maior. O planejamento estratégico de recursos humanos pode transformar a motivação no ponto de convergência entre o interesse dos acionistas – o lucro - , o sonho dos funcionários – realização profissional - e a satisfação total dos clientes e consumidores. O sistema de estímulos motivacionais de uma organização deve privilegiar oportunidades para uma carreira bem-sucedida, reconhecimento e valorização de múltiplas formas, inclusive em dinheiro, prática de competência técnica e de conduta ética dos dirigentes, gerenciamento por líderes, não por chefes, transparência administrativa através de processos de comunicação interativa, cultura empreendedora e cidadã, conceito de liberdade focado no questionamento de idéias, não de pessoas, e clima organizacional prazeroso.

Além das excelentes condições de trabalho que a empresa possa oferecer, estamos convencidos de que a motivação é uma porta - com a chave pelo lado de dentro – cabendo a cada um de nós a iniciativa de abri-la.”

( Faustino Vicente - Biografia - 1935/*** )
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04/Agosto/2005:

“ ARTE DE SER AVÓ ”
- trecho de 'O brasileiro perplexo', 1964 -

Netos são como heranças: você os ganha sem merecer. Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu. É, como dizem os ingleses, um ato de Deus. Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade. E não se trata de um filho apenas suposto, como o filho adotado: o neto é realmente o sangue do seu sangue, filho de filho, mais filho que o filho mesmo...

Quarenta anos, quarenta e cinco... Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Não lhe incomoda envelhecer, é claro. A velhice tem as suas alegrias, as suas compensações - todos dizem isso embora você, pessoalmente, ainda não as tenha descoberto - mas acredita.

Todavia, também obscuramente, também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade. Não de amores nem de paixões: a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. Bracinhos de criança no seu pescoço. Choro de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor. Meu Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos cheios de problemas que hoje são os filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento a prestações, você não encontra de modo nenhum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres - não são mais aqueles que você recorda.
---
E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis - nisso é que está a maravilha. Sem dores, sem choro, aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino seu que lhe é "devolvido". E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário, causaria escândalo e decepção se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor recalcado que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.

Sim, tenho certeza de que a vida nos dá os netos para nos compensar de todas as mutilações trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis. Aliás, desconfio muito de que netos são melhores que namorados, pois que as violências da mocidade produzem mais lágrimas do que enlevos. Se o Doutor Fausto fosse avó, trocaria calmamente dez Margaridas por um neto...

No entanto - no entanto! - nem tudo são flores no caminho da avó. Há, acima de tudo, o entrave maior, a grande rival: a mãe. Não importa que ela, em si, seja sua filha. Não deixa por isso de ser a mãe do garoto. Não importa que ela, hipocritamente, ensine o menino a lhe dar beijos e a lhe chamar de "vovozinha", e lhe conte que de noite, às vezes, ele de repente acorda e pergunta por você. São lisonjas, nada mais. No fundo ela é rival mesmo. Rigorosamente, nas suas posições respectivas, a mãe e a avó representam, em relação ao neto, papéis muito semelhantes ao da esposa e da amante dos triângulos conjugais. A mãe tem todas as vantagens da domesticidade e da presença constante. Dorme com ele, dá-lhe de comer, dá-lhe banho, veste-o. Embala-o de noite. Contra si tem a fadiga da rotina, a obrigação de educar e o ônus de castigar.

Já a avó, não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto. Mora em outra casa. Traz presentes. Faz coisas não programadas. Leva a passear, "não ralha nunca". Deixa lambuzar de pirulitos. Não tem a menor pretensão pedagógica. É a confidente das horas de ressentimento, o último recurso nos momentos de opressão, a secreta aliada nas crises de rebeldia. Uma noite passada em sua casa é uma deliciosa fuga à rotina, tem todos os encantos de uma aventura. Lá não há linha divisória entre o proibido e o permitido, antes uma maravilhosa subversão da disciplina. Dormir sem lavar as mãos, recusar a sopa e comer croquetes, tomar café - café! -, mexer no armário da louça, fazer trem com as cadeiras da sala, destruir revistas, derramar a água do gato, acender e apagar a luz elétrica mil vezes se quiser - e até fingir que está discando o telefone. Riscar a parede com o lápis dizendo que foi sem querer - e ser acreditado! Fazer má-criação aos gritos e, em vez de apanhar, ir para os braços da avó, e de lá escutar os debates sobre os perigos e os erros da educação moderna...
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Sabe-se que, no reino dos céus, o cristão defunto desfruta os mais requintados prazeres da alma. Porém, esses prazeres não estarão muito acima da alegria de sair de mãos dadas com o seu neto, numa manhã de sol. E olhe que aqui embaixo você ainda tem o direito de sentir orgulho, que aos bem-aventurados será defeso. Meu Deus, o olhar das outras avós, com os seus filhotes magricelas ou obesos, a morrerem de inveja do seu maravilhoso neto!

E quando você vai embalar o menino e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz: "Vó!", seu coração estala de felicidade, como pão ao forno.

E o misterioso entendimento que há entre avó e neto, na hora em que a mãe o castiga, e ele olha para você, sabendo que se você não ousa intervir abertamente, pelo menos lhe dá sua incondicional cumplicidade...

Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menininho - involuntariamente! - bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beiço pronto para o choro; e depois o sorriso malandro e aliviado porque "ninguém" se zangou, o culpado foi a bola mesma, não foi, Vó? Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague...”

( Raquel de Queiroz - Biografia - 1910/2003 )
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04/Agosto/2005:

“ REVOLUÇÃO DA ALMA ”

“ Ninguém é dono da sua felicidade, por isso, não entregue sua alegria, sua paz, sua vida, nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém.
Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos, de quem quer que seja.

Se você anda repetindo muito 'você é a razão da minha vida', cuide-se!
Remova essas palavras e, principalmente, a ação dessas palavras da sua vida,
pois fazem muito mal ao seu 'eu' interior.

A razão da sua vida é você mesmo. A sua paz interior é a sua meta de vida.
Quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que ainda está faltando algo, mesmo tendo muito, remete seu pensamento para os desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você.

Pare de colocar a sua felicidade cada dia mais distante de você...
Não coloque objetivos longe demais das suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje.

Se andas desanimado por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busca em seu interior a resposta para acalmar-se. Você é reflexo do que pensas diariamente.
Pare de pensar mal de você mesmo e seja seu melhor amigo, sempre !

Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar.
Então, abra um sorriso para aprovar o mundo que te quer oferecer o melhor.
Com um sorriso no rosto, as pessoas terão as melhores impressões de você,
e você estará afirmando para si mesmo que está pronto para ser feliz.

Trabalhe, trabalhe muito a seu favor.
Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.
Critique menos, trabalhe mais.
E, não se esqueça nunca, de agradecer.
Quando você agradece, Deus recebe seu coração.
Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento, inclusive a dor.

Nossa compreensão do Universo ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja.
Por fim, acredite que não estamos sozinhos um instante sequer,
se nossos passos forem dados em busca da justiça e igualdade.

Você pode, através de uma oração simples e de coração aberto,
buscar aquele que é maior que quaisquer problemas.
Unir-se a Deus nos momentos de alegria,
garante uma facilidade maior de contato nos momentos menos alegres.
Pense nisso e seja feliz ! ”

PS: este texto vem sendo distribuído por e-mail e publicado na internet brasileira, inclusive originariamente nesta página, com a autoria, de forma equivocada, atribuída a Aristóteles (discípulo de Platão e este de Sócrates), com algumas alterações no conteúdo e com a inclusão de uma célebre frase do filósofo grego: "A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las"... que não consta do texto original, escrito em 2002 e publicado no primeiro livro do verdadeiro autor: "Quando é Preciso Viver", Editora do Autor, página 29 (2ª ed. esgotada).
Para desfazer esse equívoco, fizemos questão de retificar esta publicação, recuperando o conteúdo original e honrando o seu verdadeiro autor, Paulo Roberto Gaefke, a quem parabenizamos pelo magistral conteúdo, de rara inspiração !!!

( Paulo Roberto Gaefke - Biografia - 1961/**** )
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08/Agosto/2005:

“ UM RÁDIO NO PORÃO ”
- trecho do livro com mesmo nome - 2004

“ (...) Minha equipe de produção era composta por pelo menos cinco jornalistas, duas assistentes sociais e uma psicóloga. Eu estava satisfeito com o que tinha em mãos. Os jornalistas eram isentos e honestos. Surpreendia-me ter conseguido reunir, num pequeno time, pessoas idôneas, de bom caráter e dedicadas, bem diferente daquilo que se ouvia dizer existir na grande maioria das emissoras de rádio. O programa tinha sim o seu perfil paternalista e cumpria essa missão, sem colocar máscaras. Muitas vezes ajudava as pessoas a conseguir um médico, um tratamento mais raro ou até a matar a fome de famílias carentes, com amplas campanhas solidárias. Não lavava as mãos, alegando que a sua finalidade era informar, prestar serviço à comunidade e não praticar assistência. Só que havia uma diferença fundamental, se comparado com outros programas com essa característica: não havia hipocrisia, o programa não pedia voto para ninguém e nenhum dos seus integrantes se candidatava aos cargos eletivos. Todos faziam o jornalismo de rádio popular, acreditando que estavam contribuindo com o seu trabalho. (...)”

( José Carlos Magdalena - Biografia - 1950/**** )
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09/Agosto/2005:

“ A INTELIGÊNCIA ”

“ As estruturas operatórias da inteligência não são inatas. ”

( Jean Piaget - Biografia - 1896/1980 )
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10/Agosto/2005:

“ OS SUBTERRÂNEOS DA LIBERDADE ”
- trecho de Agonia da Noite -

“(...) Avô, mesmo que a gente morra, é melhor morrer de repetição na mão, brigando com o coronel, que morrer em cima da terra, debaixo de relho, sem reagir. Mesmo que seja pra morrer nós deve dividir essas terras, tomar elas para gente. Mesmo que seja um dia só que a gente tenha elas, paga a pena de morrer (...)”

( Jorge Amado - Biografia - 1912/2001 )
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11/Agosto/2005:

“ A INFLUÊNCIA DA MÚSICA ”

“ Certa vez, mais precisamente em 1957, depois de ouvir a música 'o menino da porteira', no trecho onde diz, 'jogava uma moeda e ele saia pulando', Jota ficou impressionado a ponto de querer abrir a porteira para o primeiro carro que passasse. Assim, ficou na expectativa. A estrada ficava há uns cento e cinqüenta metros de sua casa e lá, onde se fazia a divisa de propriedades, havia uma porteira. No momento em que ouviu o ronco do motor de um carro, saiu correndo naquela direção. Quando chegou junto à porteira o carro já estava parando e, obviamente, ao perceber sua intenção, esperaram que ele a abrisse. Com dificuldade Jota conseguiu.

O carro passou, foi se afastando, e o menino começou a chorar diante da possibilidade deles não jogarem a moeda. De repente, o carro parou e o passageiro a jogou para trás, assim com a unha do polegar direito. De imediato, Jota saiu correndo pela estrada arenosa, com olhar fixo na moeda, que encontrou parcialmente enterrada. Não sabia seu valor mas sabia que, conforme a música, tinha dado certo... ganhou a moeda!

De posse dela dirigiu-se até ao armazém que ficava, aproximadamente, há trezentos metros de sua casa, com a intenção de comprar bolachas. Muito convicto foi e tudo isso, sem o conhecimento de Dona Yolanda, sua mãe. Detalhe: na época, o costume permitia às crianças moradoras da zona rural, permanecerem sem roupas, e era assim que Jota se encontrava, mas e daí, não estava preocupado. Jota jamais esqueceu dos risos que provocou no momento em que chegou pelado no armazém, querendo trocar a moeda por bolachas. Logo após a troca, o comerciante impôs acompanhá-lo até a sua casa.

Assim, muito feliz, acompanhado, sem pressa e comendo bolachas, Jota tomou o rumo de casa. Mais adiante, percebeu um alvoroço de pessoas que se aproximavam da porteira, eram elas: sua mãe, tias, primas, primos e até sua avó, todos lhe procuravam, pois havia desaparecido. Nessa época, era comum levar surras dos pais por causa dessas atitudes, no entanto, provavelmente, Jota foi absolvido pelo fato de estar acompanhado, pelado e com um enorme pacote de bolachas nos braços, o que provocou muitas risadas. No final, todos comeram bolachas por influência da música 'o menino da porteira'. ”

( Jorge Gerônimo Hipólito - Biografia - 1952/**** )
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12/Agosto/2005:

“ JUVENTUDE - 1 ”

“Como é bela a juventude, que no entanto foge!
Quem quiser ser feliz, que seja: do amanhã não há certeza. ”

( Lorenzo de Médicis - Biografia - 1449/1492 )
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15/Agosto/2005:

“ A ESTRATÉGIA ”

“ A estratégia é a ciência do emprego do tempo e do espaço. Sou menos avaro com o espaço do que com o tempo. O espaço pode ser resgatado. O tempo perdido, jamais.”

( Napoleão Bonaparte - Biografia - 1769/1821 )
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16/Agosto/2005:

“ O TRABALHO DE UM ATOR CÔMICO ”

“ Eu realmente trabalhei muito. Dormia no estúdio para poder estar de pé às 6 da manhã, para dar tempo de tomar banho e tomar café. De uma fita para outra eu fazia teatro e, quando eu não fazia cinema, viajava por aí, fazendo shows. ”

( Oscarito - Biografia - 1906/1970 )
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17/Agosto/2005:

“ A HISTÓRIA ”

“ O que a história conta não passa do longo sonho, do pesadelo espesso e confuso da humanidade. ”

( Arthur Schopenhauer - Biografia - 1788/1860 )
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18/Agosto/2005:

“ O CABELEIRA ”
- trecho do livro -

“(...) Este homem era o gênio da destruição e do crime. Por sua boca falavam as baixas paixões que à sombra da ignorância, da impunidade e das florestas haviam crescido sem freio e lhe tinham apagado os lampejos da consciência racional que todo homem traz do berço, ainda aqueles que vêm a ser depois truculentos e consumados sicários. Seu coração estava empedernido, seu senso moral obcecado.

Nenhum sentimento brando e terno, nenhum pensamento elevado exercitava a sua salutar influência nas ações deste ente degenerado e infeliz. (...) ”

( Franklin Távora - Biografia - 1842/1888 )
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19/Agosto/2005:

“ MINHA FORMAÇÃO ”
- trecho do livro -

“(...) O traço todo da vida é para muitos um desenho da criança esquecido pelo homem, mas ao qual ele terá sempre que se cingir sem o saber... Pela minha parte acredito não ter nunca transposto o limite das minhas quatro ou cinco primeiras impressões... Os primeiros oito anos da vida foram assim, em certo sentido, os de minha formação, instintiva ou moral, definitiva...

Passei esse período inicial, tão remoto, porém mais presente do que qualquer outro, em um engenho de Pernambuco, minha província natal. A terra era uma das mais vastas e pitorescas da zona do Cabo... Nunca se me retira da vista esse pano de fundo que representa os últimos longes de minha vida. (...) ”

( Joaquim Nabuco - Biografia - 1849/1910 )
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22/Agosto/2005:

“ NOVAS MENTALIDADES E ATITUDES:
DIÁLOGOS COM A VELHA EDUCAÇÃO DE SENSIBILIDADE ”

“(...) Como preparar novas gerações com o conhecimento que dispomos hoje, sabendo que as inovações tecnocráticas, bioenergéticas e midiáticas tornam obsoleto o que até ontem era atualíssimo? Como nos relacionarmos com os alunos concretos que temos à nossa frente com todas as suas resistências, desinteresses, curiosidades e ansiedades? Como responder aos olhares que perscrutam uma referência de atitude, uma orientação, no sentido mais antropológico do termo? Percorrendo os documentos da história, quantas lamentações idênticas às atuais queixas (indisciplina, apatia, revolta, falta de valores, etc...) não ouviremos dos mestres egípcios ou dos "didáskalos" (mestres) gregos da educação na antigüidade!

A partir do intercâmbio virtual entre estes educadores da antigüidade e os de hoje, além da necessidade de ambos em dialogar com a inquietude e com as alternativas possíveis, nos prova, a todo momento, algo extremamente óbvio. Óbvio, pelo menos, para quem ainda dispõe-se a olhar para o céu quando sai ao trabalho pela manhã e diz "bom dia" ao transeunte e ao jardineiro: é necessário sensibilidade. (...) ”

( Prof. Dr. Marcos Ferreira Santos - Biografia - 1963/**** )
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23/Agosto/2005:

“ RASGANDO VÉUS ”
- Prólogo de Ob.V.Et. - 1946 - parte 1 -

“ O homem moderno, pesquisador da estratosfera e do subsolo, esbarra, ante os pórticos do sepulcro, com a mesma aflição dos egípcios, dos gregos e dos romanos de épocas recuadas. Os séculos que varreram civilizações e refundiram povos, não transformaram a misteriosa fisionomia da sepultura. Milenário ponto de interrogação, a morte continua ferindo sentimentos e torturando inteligências.

Em todas as escolas religiosas, a Teologia, representando as diretrizes de patriarcas veneráveis da fé, procura controlar o campo emotivo dos crentes, acomodando os interesses imediatistas da alma encarnada. para isso, criou regiões definidas, tentando padronizar as determinações de Deus pelos decretos dos reis medievais, lavrados à base de audaciosa ingenuidade.

Indubitavelmente, províncias de angústia punitiva e dor reparadora existem nas mais variadas dimensões do Universo, assim como vibram consciências escuras e terríveis nos múltiplos estados sociais; no entanto, o serviço teológico nesse sentido, não obstante respeitável, atento ao dogmatismo tradicional e aos interesses do sacerdócio, estabelece o 'non plus ultra', que não atende às exigências do cérebro, nem aos anseios do coração.

Como transferir imediatamente para o inferno a mísera criatura que se emaranhou no mal por simples influência da ignorância ? que se dará, em nome da Sabedoria Divina, ao homem primitivo, sedento de dominação e de caça ? a maldição ou o alfabeto ? por que processo conduzir ao abismo tenebroso o espírito menos feliz, que apenas obteve contacto com a verdade, no justo momento de abandonar o corpo ? Dentro das mesmas razões, como promover ao céu, em caráter definitivo, o discípulo do bem, que apenas se iniciou na prática da virtude ? que gênero de tarefa caracterizará o movimento das almas redimidas, na Corte Celestial ? formar-se-iam apóstolas tão só para a aposentadoria compulsória ? como haver-se, no paraíso, o pai carinhoso cujos filhos fossem entregues a Satã ? que alegria se reservará à esposa dedicada e fiel, que tem o esposo nas chamas consumidoras ? Estaria a Autoridade Divina, perfeita e ilimitada, tão pobre de recursos, a ponto de impedir, além do plano carnal, o benefício da cooperação legítima, que as autoridades falíveis e deficientes do mundo incentivam e protegem ? negar-se-iam possibilidades de evolução aos que atravessam a porta do sepulcro, em plena vida maior, quando na esfera terrestre, sob limitações de várias ordens, há caminhos evolutivos para todas as formas e todos os seres ? a palavra 'trabalho' seria desconhecida nos céus, quando a Natureza terrena reparte missões claras de serviço, com todas as criaturas da Crosta Planetária, desde o verme até o homem ? como justificar um inferno onde as almas gemessem distantes de qualquer esperança, quando, entre os homens imperfeitos, ao influxo renovador do Evangelho de Jesus-Cristo, as penitenciárias são hoje grandes escolas de regeneração e cura psíquica ? e por que meios admitir um céu, onde o egoísmo recebesse consagração absoluta, no gozo infinito dos contemplados pela graça, sem nenhuma compaixão pelos deserdados do favor, que caíram, ingênuos, nas armadilhas do sofrimento, se, entre as mais remotas coletividades de obscuras zonas carnais, se arregimentam legiões de assistência fraterna amparando ignorantes e infelizes ?

São interrogações oportunas para os teólogos sinceros da atualidade. Não, contudo, para os que tentam conjugar esforços na solução do grande e indevassado problema da Humanidade. (...) ”

( Chico Xavier / Emmanuel - Biografia - 1910/2002 )
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24/Agosto/2005:

“ RASGANDO VÉUS ”
- Prólogo de Obreiros da Vida Eterna - 1946 - final -

“ (...) O Espiritismo começou o inapreciável trabalho de positivar a continuação da vida além da morte, fenômeno natural no caminho de ascensão. Esferas múltiplas de atividade espiritual interpenetram-se nos diversos setores da existência. A morte não extingue a colaboração amiga, o amparo evolutivo. As dimensões vibratórias do Universo são infinitas, como infinitos são os mundos que povoam a Imensidade.

Ninguém morre. O aperfeiçoamento prossegue em toda parte.

A vida renova, purifica e eleva os quadros múltiplos de seus servidores, conduzindo-os, vitoriosa e bela, à União Suprema com a Divindade.

Apresentando o novo trabalho, em que André Luiz comparece rasgando véus, lembramo-nos de que Allan Kardec, o inesquecível codificador, refere-se várias vezes, em sua obra, à erraticidade, onde estaciona considerável número de criaturas humanas desencarnadas. Acresce notar, todavia, que transferir-se alguém da esfera carnal para a erraticidade não significa ausentar-se da iniciativa ou da responsabilidade, nem vaguear em turbilhão aéreo, sem diretivas essenciais. No mesmo critério, observaríamos os que renascem no plano denso como pessoas transferidas da vida espiritual à materialidade, não simbolizando semelhante figura qualquer imersão inconsciente e estúpida nas correntes carnais. Como acontece aos que chegam à Crosta da Terra, os que saem dela encontram igualmente sociedades e instituições, templos e lares, onde o progresso continua para o Alto.

No limiar deste livro, portanto, cumpre-nos declarar que André Luiz procurou fornecer algumas notícias das zonas de erraticidade que envolvem a crosta do mundo, em todas as direções, comentando os quadros emocionais que se transportam do ambiente obscuro para as esferas imediatas às cogitações e paixões humanas; mais uma vez, esclarece que a morte é campo de seqüência, sem ser fonte milagreira, que aqui ou além o homem é fruto de si mesmo, e que as leis divinas são eternas organizações de justiça e ordem, equilíbrio e evolução.

Naturalmente, a estranheza visitará os companheiros menos avisados e o sorriso irônico surgirá, sem dúvida, na boca, quase sempre brilhante, dos impenitentes incorrigíveis. Não importa, porém, Jesus, que é o Cristo de Deus, recebeu manifestações de sarcasmo da ignorância e da leviandade... Por que motivo, nós outros, simples cooperadores de 'outro mundo', teríamos de ser intangíveis ?

Prossigamos, pois, no serviço da verdade e do bem, cheios de otimismo e bom ânimo, a caminho de Jesus, com Jesus. ”

( Chico Xavier / Emmanuel - Biografia - 1910/2002 )
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25/Agosto/2005:

“ SOBRE A METAPSÍQUICA ”

“ Charles Richet apresentou à Academia de Ciências, em 1922, o "Tratado de Metapsíquica", nele, os fenômenos metapsíquicos se dividem em: objetivos e subjetivos.

A metapsíquica objetiva trata de fenômenos materiais que a mecânica conhecida não explica, uma realidade tangível e acessível aos nossos sentidos. Divide-se em: telecinesia, que é uma ação mecânica sem atuação e sem contato sobre objetos ou pessoas (raps, levitação, movimentação de mesas, escrita direta, transporte de objeto, casas assombradas, etc) e ectoplasmia, que é a formação de objetos diversos, que parecem sair do corpo humano, tomam aparência material e são tangíveis (materializações de objetos e seres com aparência dos que já viveram na Terra).

Já a metapsíquica subjetiva trata de fenômenos mentais, sensibilidades ocultas e percepções desconhecidas, como: telepatia, clarividência, clariaudiência, xenoglossia, escrita automática, etc. Nela, temos a criptestesia, que é o estudo da faculdade de conhecimento das faculdades sensoriais normais. ”

( Charles Richet - Biografia - 1850/1935 )
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26/Agosto/2005:

“ DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DO HOMEM E DO CIDADÃO ”
- trecho da reformulação de 1793 -

“(...) XXIX- Cada cidadão tem o direito igual de concorrer à formação da lei e à nomeação de seus mandatários e de seus agentes.
XXX- As funções públicas são essencialmente temporárias; elas não podem ser consideradas como recompensas, mas como deveres.
XXXI- Os crimes dos mandatários do Povo e de seus agentes não podem nunca deixar de ser castigados; ninguém tem o direito de pretender ser mais inviolável que os outros cidadãos.
XXXII- O direito de apresentar petições aos depositários da autoridade pública não pode, em caso algum, ser proibido, suspenso, nem limitado.
XXXIII- A resistência à opressão é a consequência dos outros direitos do homem.
XXXIV- Há opressão contra o corpo social, mesmo quando um só dos seus membros é oprimido. Há opressão contra cada membro, quando o corpo social é oprimido.
XXXV- Quando o governo viola os direitos do Povo, a revolta é para o Povo e para cada agrupamento do Povo o mais sagrado dos direitos e o mais indispensável dos deveres. (...) ”

ps: incrível, como mais de 200 anos após sua promulgação, continua atual e aderente à REALIDADE BRASILEIRA... (Celio Franco - gestor)

( Assembléia Nacional Constituinte - FRANÇA - 1793/2a. versão )
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29/Agosto/2005:

“ A FALA BOA ”

“ Quando as pessoas falam de forma muito elaborada e sofisticada, ou querem contar uma mentira, ou querem admirar a si mesmas. Ninguém deve acreditar em tais pessoas. A fala boa é sempre clara, inteligente e compreendida por todos. ”

( Léon Tolstói - Biografia - 1828/1910 )
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30/Agosto/2005:

“ TODA CIÊNCIA ”

“ Toda a ciência é física ou coleta de impressões. ”

( Ernest Rutherford- Biografia - 1871/1937 )
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31/Agosto/2005:

“ FAZENDO O QUE EU POSSO ”

“ Em qualquer parte onde eu veja o sofrimento, ali é onde eu quero estar, fazendo o que eu posso. ”

( Princesa Diana - Biografia - 1961/1997 )
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