PENSAMENTOS / NEGÓCIOS

AGOSTO de 2003


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01/Agosto/2003

"CENTRALIZAÇÃO x DESCENTRALIZAÇÃO"

 

 "A tarefa de administrar dívidas em moeda estrangeira  requer  centralização total,
 enquanto que o atendimento ao cliente, especialmente em alta tecnologia,
requer autonomia local quase total, indo muito além da descentralização tradicional.

Cada um dos funcionários que prestam este tipo de atendimento precisa ser  -o chefe-,
com o resto da organização seguindo as suas orientações."

( Peter Drucker - Peter Ferdinand Drucker - Site - 1909/*** )

04/Agosto/2003

"CICLOS DE T.I."

 

  "Há alguns anos, a Tecnologia da Informação era sinônimo de oportunidades de negócios, em 2002, ela era vista como um custo a ser contido e o ciclo mudará novamente, à medida que as empresas começarem a investir em tecnologias na busca pela melhoria da produtividade e da competitividade.
Afinal de contas, nenhuma empresa jamais deixou de buscar sua grandeza."

Joseph M. Tucci - CEO da EMC Corporation  )

05/Agosto/2003

"CICLOS DE T.I. - 2"

 
 ( ..continuação.. )  "No ano passado (2002), os CFO's (Chief Financial Officers - Diretores Financeiros), fizeram quatro perguntas simples para qualquer fabricante que viesse a eles com alguma proposta:
(1) Quanto dinheiro vou economizar no meu negócio ? (2) De que forma os lucros serão antecipados/incrementados ? (3) Em quanto tempo o investimento será amortizado ? e (4) Qual é o custo disso agora ?
Diante de tal teste, os únicos projetos aprovados foram os de retorno financeiro rápido. Como resultado, os executivos de T.I. conseguiram justificar o valor de suas propostas para os negócios com muito mais facilidade. E as empresas satisfizeram seu apetite de tecnologia em doses homeopáticas ( ..continua.. )."

Joseph M. Tucci - CEO da EMC Corporation  )

06/Agosto/2003

"CICLOS DE T.I. - 3"

 
 ( ..continuação.. )  "Em termos de armazenamento de informações, vejo três tendências proeminentes.
A primeira é uma consolidação de 'storage direct-attached', tecnologia de armazenamento em rede que permite a consolidação entre os dispositivos de armazenamento e o servidor e possibilita que se utilize entre 85% e 90% do sistema antes que seja necessário acrescentar mais capacidade. O desejo de digitalizar, armazenar e compartilhas mais imagens, voz e vídeo demandará mais 'storage' (capacidade de armazenamento), mais banda e processadores mais rápidos." ( ..continua.. )."

Joseph M. Tucci - CEO da EMC Corporation  )

07/Agosto/2003

"CICLOS DE T.I. - 4"

 ( ..continuação.. )
 " A segunda tendência é a automatização. As equipes de T.I. não serão capazes de crescer tanto quanto as informações que precisam estar disponíveis on-line. Assim, os executivos de tecnologia devem buscar mais controle do storage em rede através da automatização da gestão de armazenamento.
A terceira tendência é a disponibilidade contínua. O interesse pela alta disponibilidade tem crescido de tal forma que algumas empresas optaram pelos mais altos níveis de proteção da informação. Os clientes e executivos simplesmente não toleram a perda ou a demora na entrega das informações .
Esperem também uma ênfase na proteção das informações, mudando de uma estratégia de backup e recuperação para a aplicações de recuperação instantânea e disponibilidade contínua. As empresas não mais se perguntarão, simplesmente, se os seus dados estão seguros, mas sim se as operações estão seguras e se é possível recuperar informações sem perda da disponibilidade dos dados.
A maioria das corporações não pode fazer isso hoje, mesmo que digam poder. Atender às expectativas corporativas só tem se tornado mais plausível por causa dos softwares avançados de gestão e pela queda do custo da tecnologia de disco.
As tecnologias de storage e networking, em particular, estão chegando a um ponto em que a própria empresa tem condições de reconstruir sua história, resgatando uma ou mais camadas de informação, instantânea e facilmente.

Na EMC, vemos essa capacidade se tornar um propulsor de crescimento."
( ..FINAL.. )

Joseph M. Tucci - CEO da EMC Corporation  )

08/Agosto/2003

"EXISTE UMA LÓGICA NA EXCLUSÃO SOCIAL E NA COMUNICAÇÃO - 1"

ps: dada a profundidade do texto (de 1 a 7), sugerimos atenção especial dos amigos e amigas e uma reflexão sobre este artigo, cuja íntegra está sendo publicada neste item, considerando-se que, em 10/Ago, comemoramos o Dia Mundial da Solidariedade Cristã, bem como esse trabalho apresentar um retrato realista e atual acerca do tema 'exclusão social' no país e no mundo em que vivemos !

( ..INÍCIO.. )
 " A pergunta coloca-se sobre o pano de fundo da Modernidade, focalizada sob os ângulos de uma crença no progresso humano e na capacidade ilimitada da razão humana de orientar esse progresso e propor um modelo para uma vida e ação mais humana.

A Modernidade afirma a subjetividade, mas também o valor da razão instrumental. Torna-se uniformizadora, nega o valor das diferenças e da cultura local.

Com sua noção de progresso, a modernidade levou à desvalorização do tempo presente, em favor da construção do futuro. Os atuais condutores do processo econômico e cultural propõem a modernização da economia e de toda sociedade como o único caminho.

Modernizar foi entendido no sentido de reduzir todos os debates e ações nos campos político e econômico ao campo da razão instrumental. Ignoram-se os valores humanos e sociais, os direitos e deveres das pessoas e das nações e reduz-se tudo a uma questão de eficiência na relação entre os meios escassos e o fim econômico de acumulação ilimitada de riqueza.

Roberto Campos (1985) diz que a modernização, o único caminho viável para a América Latina, ·pressupõe uma mística cruel do desempenho e do culto da eficiência·. A humanidade deve abandonar o desejo de construir uma sociedade melhor, pois é impossível conhecer plena e perfeitamente todos os fatores e relações, que compõem o MERCADO. Devemos ter fé em sua mão invisível. Os sacrifícios dos desempregados e dos excluídos são sacrifícios necessários, exigidos pelas leis do mercado.
Esta é a mística cruel, motor do compromisso neoliberal.

A hegemonia neo-liberal no mundo consolidou o MERCADO como fundamento e o centro das nossas sociedades. A busca da riqueza passou a ser o mais importante objetivo na vida da maioria das pessoas. A mercadoria tornou-se o objeto principal do desejo das pessoas.

O capitalismo pós-industrial desenvolveu a crença no valor absoluto do MERCADO.

A secularização do mundo moderno não significou o fim das religiões, mas o surgimento de um novo tipo de religião: a religião econômica (Sung, 1998:88).
A transcendência passou de DEUS para o MERCADO."
( ..CONTINUA.. )

Olga de Sá - Revista Ângulo / FATEA - Lorena  )

11/Agosto/2003

"EXISTE UMA LÓGICA NA EXCLUSÃO SOCIAL E NA COMUNICAÇÃO - 2"

( ..CONTINUAÇÃO.. )
 "Um dos segredos do dinamismo do sistema capitalista é a acumulação de riqueza, de mercadorias, como o único ou o melhor caminho para satisfazer o desejo de poder.

O capitalismo é um sistema econômico centrado no desejo. Não no desejo de lucro dos empresários, mas fundamentalmente no desejo dos consumidores.
O lucro é uma conseqüência da eficiência na satisfação dos desejos dos consumidores: saber-se manipulá-los. E isto tem muito a ver com a educação.

No Brasil, a teoria econômica jamais se orientou para o problema da pobreza.
Esqueceu que a produção para ampliar a riqueza não é a mesma que reduz a pobreza (...). Com teorias importadas de países ricos, na ciência econômica brasileira não aparece a palavra fome, apenas salário e preços; a palavra necessidade é substituída por demanda;
o objetivo do processo produtivo não é satisfazer às necessidades básicas, mas aumentar o consumo; a eficiência não está em melhorar a alimentação, mas em produzir para exportação.

Diz Santos, Boaventura Souza (1995:147) que ·a dificuldade em aceitar ou suportar as injustiças e as irracionalidades da sociedade capitalista dificulta, em vez de facilitar, a possibilidade de pensar uma sociedade totalmente distinta e melhor que esta. Nos meios pastorais e até teológicos se desiste de projetos totais e alternativos e se pensa somente em ações concretas de solidariedade. ·As lutas locais e as identidades contextuais tendem a privilegiar o pensamento tático em detrimento do pensamento estratégico· (Sung, 1998: 77).

A proposta neo-liberal reduziu demasiadamente o papel do Estado, deixando muitos desamparados

O neo-liberalismo nem se preocupa em prometer um mundo rico e sem desigualdades sociais, garantido pelo mito do desenvolvimento. O neo-liberalismo não defende a igualdade como um valor a ser realizado. Cristovam Buarque diz que enquanto o mundo estava afastado, fisicamente, era possível manter a idéia de igualdade sem praticá-la. Integrado, pelos meios de comunicação e transporte, pela economia e pelas migrações que interligam os povos, os pobres se aproximam dos ricos fisicamente e em desejos de consumo. Afastam-se, porém, ainda mais socialmente e o discurso igualitário torna-se contraditório.

Para o neo-liberalismo, as desigualdades e exclusões sociais não só são inevitáveis, mas justas e até benéficas.

Na lógica capitalista, ·não existindo alternativa possível (depois da queda do bloco comunista), a atual situação social é inevitável. É também justa: os bem-integrados no mercado estão auferindo seu justo merecimento. Os pobres são culpados de sua pobreza. Os atuais mecanismos concentradores e excludentes do mercado são vistos como encarnações de uma justiça transcendental: a do Mercado. A ·mão invisível· do mercado resolve os problemas sociais e a exclusão social dos incapazes é um ·bom sinal.

A alta tecnologia e o processo de globalização da Economia estão criando uma nova cara para o mundo. Do ponto de vista ético, vivemos a ·época das perplexidades, como é o título do livro de René Dreifuss. Os nossos desafios são: a mundialização, a globalização e a planetarização.

Para Hugo Assmann o fato decisivo na conjuntura atual do mundo é certamente o império pavoroso da lógica da exclusão e a crescente insensibilidade de muitíssimos em relação a ela."
( ..CONTINUA.. )

Olga de Sá - Revista Ângulo / FATEA - Lorena  )

12/Agosto/2003

"EXISTE UMA LÓGICA NA EXCLUSÃO SOCIAL E NA COMUNICAÇÃO - 3"

( ..CONTINUAÇÃO.. )

"O CONCEITO DE EXCLUSÃO E SEU CONTEXTO

A cultura judaico-cristã funda-se numa transgressão e numa exclusão: o pecado punido com a expulsão do paraíso terrestre e com a exclusão da felicidade. Com esta exclusão tem início a vida dos homens, mas também a morte que se apresenta - pela primeira vez · sob a forma de assassinato: Caim mata Abel, porque excluído da benevolência divina (Deus agradou-se de Abel e da sua oferenda, mas não se agradou de Caim e da sua oferenda· (Gen 4, 4-5). A descendência, e, portanto, a vida funda-se no assassínio do outro que é aquilo que eu não sou ou que tem aquilo que eu não tenho. Este esquema simbólico da exclusão do outro, em nome da sobrevivência própria, é o leitmotiv que segue a história do homem, evoluindo e mudando com o evoluir e o mudar da sua capacidade de dominar a natureza e a si mesmo.

Passando da simbologia à história concreta, o homem consegue por meio de diversos graus passar da fase da exclusão como morte física do outro, sublimando-a na morte da contradição, num contínuo recurso ao estabelecimento de processos de manipulação, interiorização do domínio, exploração, como formas diversas de aniquilamento e de expropriação da personalidade do outro e por conseguinte como formas diversas de morte. A morte física continuará, ao longo dos séculos, como ainda continua, a repropor-se como elemento de sobrevivência, mas terá um caráter temporário e recorrente (a guerra, as devastações, as invasões, os genocídios, as matanças, a tortura) e uma qualidade mediada pela invenção e a fabricação do outro como inimigo, para o dominar. O processo de exclusão irá, pois, afetando cada vez menos o corpo do homem, apontando sobretudo a reduzir ou a remover a contradição por ele representada, para penetrar no indivíduo e fazê-lo interiorizar o domínio. No seu evoluir histórico, este processo pode, pois, considerar-se o fundamento do domínio do homem sobre o homem, e portanto o fundamento do poder. Se aquele que se pretende excluir já não pode ser morto, mas deve ser dominado e utilizado, a forma de exclusão mais próxima da morte consiste em reduzi-lo a corpo, coisa, animalidade, reportando à natureza a particularidade específica que pode justificar a sua exclusão da subjetividade do poder.

Marlene Ribeiro diz que, em princípio, o estado de exclusão é velho como a humanidaderefere-se a processos de segregação justificados sob diferentes motivações. Por questões religiosas, tem sido explicada a segregação milenar dos párias na Índia e, mais recentes, dos católicos na Irlanda; por questões de saúde, tem sido explicada a segregação dos leprosos na antigüidade e dos aidéticos, na modernidade; por questões políticas, têm sido explicados o ostracismo entre os gregos e o exílio de subversivos modernos; por questões étnicas, a segregação dos indígenas no Amazonas, dos judeus alemães entre os alemães pretensamente arianos e dos povos africanos negros entre os povos descendentes de europeus brancos; por questões econômicas, segregados os não empregáveis·na sociedade contemporânea globalizada.

A definição léxica que aparece de exclusão no dicionário de Língua Portuguesa de Aurélio Buarque de Hollanda é: exclusão: ato pelo qual alguém é privado ou excluído de determinadas funções -, em que, na sua composição está o prefixo ex (fora), que separa, corta, inviabiliza a relação. Quer dizer, o sentido, a imagem e a realidade dos excluídos mostram contingentes humanos colocados do lado de fora de uma sociedade, cujos mecanismos de impermeabilização de suas fronteiras não permitem o retorno ou a possibilidade de estabelecer relações com os que estão dentro, os incluídos, estes também aterrorizados diante da ameaça constante de serem os próximos a ficarem do lado de fora.

Eduardo Galeano comenta que excluído é a pessoa do outro silenciada, aquele que não é levado em conta nas grandes decisões econômicas, políticas e de outro tipo, apesar de ser atingido por elas.

Mas é também aquele que está além da comunidade de comunicação proposta pela Ética do Discurso de Apel e Habermas. É, simplesmente, o prescindível para...
São aqueles que podem chegar a morrer sem que ninguém, do p.v. da totalidade, sinta a sua falta. Poder-se-ia dizer que são um estorvo para os sistemas vigentes; os marginalizados são aqueles que não têm voz nem voto; em última análise, os ninguéns. Os ninguéns: os filhos de ninguém, os donos de nada. Os nenhuns, os que ·ninguenados, muriendo· a vida. Que não são, embora sejam. Que não falam idiomas, mas dialetos. Que não professam religiões, mas superstições. Que não fazem arte, mas artesanato. Que não praticam cultura, mas folclore. Não são seres humanos, mas recursos humanos. Que não têm rosto, têm braços. Que não têm nome, têm número. Que não figuram na história universal, mas na crônica policial da imprensa marrom local. Os ninguéns que custam menos que a bala que os mata.

Nos Estados Unidos, os doentes (incluídos os velhos), os incapazes e os jovens formam 65% ou dois terços da população total. Essas grandes massas estão orientadas para o ócio. O centro altamente qualificado da sociedade tecnológica permanece orientado para o trabalho e o grupo intermédio constitui 25%. Para estes dois terços da população americana, a última forma de integração possível é o Estado assistencial, que integra o excluído na nova qualidade de assistido vitalício, defraudando-o de todos os direitos e de toda a dignidade.

No sentido atual que a sociologia a ele confere, há indícios de que o conceito de exclusão tenha apareci-do na França, ainda nas décadas de 50/60, quando cientistas sociais tiveram sua atenção despertada para as populações situadas fora do mundo do trabalho, constituindo uma pobreza, que os economistas classificavam como residual."
( ..CONTINUA.. )

Olga de Sá - Revista Ângulo / FATEA - Lorena  )

13/Agosto/2003

"EXISTE UMA LÓGICA NA EXCLUSÃO SOCIAL E NA COMUNICAÇÃO - 4"

 ( ..CONTINUAÇÃO.. )
 "Alguns pedagogos e cientistas sociais questionam o uso da categoria exclusão para a análise de algumas realidades, focalizando seus limites de uso para a compreensão de processos que se configuram como uma nova ·questão social.

Há quase um consenso, nestes últimos tempos, com referência a tratar os problemas das camadas populares, desemprego, pobreza, desescolarização como decorrentes da exclusão, seja do mundo do trabalho, seja da proteção do Estado, seja das possibilidades de acesso à escola e de permanência nela.

Com referência à educação, reafirmam-se processos que excluem as camadas populares da cidadania com a justificativa de que essas camadas não estariam preparadas ou esclarecidas para exercê-la. A noção de exclusão, por um lado, está fundamentalmente ligada ao que alguns autores chamam: a nova questão social. Nova, porque difere da pobreza dos séculos anteriores, sob certos aspectos. Ela é marcada por movimentos de contestações às instituições prisionais, pedagógicas e psiquiátricas, nos anos 60 e 70.

Apareceu o Movimento de Análise Institucional, produzindo estudos que contribuíram para um processo de reformulação do tratamento psiquiátrico, da formação escolar e da reeducação dos presos.

Sob esse aspecto, são importantes as pesquisas de Michel Foucault. Além das três formas de exclusão do discurso (a palavra proibida, a segregação da loucura e a vontade de verdade), a obra de Foucault revela o processo de constituição das chamadas ciências humanas e ciências sociais, desmascarando a relação entre o controle das populações e a produção de saberes que fazem do homem, a partir do séc. XVIII, sujeito e objeto de conhecimento
(cf. Arqueologia do saber e As Palavras e as coisas).

Foucault coloca as questões acerca da relação entre poder e verdade no discurso das ciências e nas práticas institucionais.

Constrói-se assim o conceito de exclusão que retrata uma realidade de aparecimento de novos pobres, de lutas libertárias, de desencanto com o esvaziamento da utopia comunista que alimentou a Revolução Russa, de insuficiência tanto das categorias funcionalistas quanto marxistas para a compreensão dessa realidade complexa.
Questões que, anteriormente, eram dirigidas ao econômico (exploração) deslocaram-se para o político (dominação e opressão)."
( ..CONTINUA.. )

14/Agosto/2003

"EXISTE UMA LÓGICA NA EXCLUSÃO SOCIAL E NA COMUNICAÇÃO - 5"

 ( ..CONTINUAÇÃO.. )
 "A realidade que faz o termo exclusão afirmar seu estatuto sociológico é o desemprego em massa, associado à reestruturação produtiva, à globalização econômica e à destruição do Estado Social.

O retorno de uma pobreza expropriada de meios e instrumentos de produção, vivendo em condições de miséria absoluta, como no século XVIII, porém sem perspectivas de proletarização que se afirmaram no século XIX, nem de seguridade social conquistada no século XX, assume contornos tão visíveis a ponto de configurar uma nova questão social, que desafia os cientistas sociais e os educadores. Lamentando-se que as lutas pela inclusão mantêm o modelo social produtor da exclusão.

O desemprego estrutural é expressão concreta do que tem sido caracterizado como exclusão. É a expulsão cada vez mais intensa do trabalho vivo de homens e mulheres, substituídos pela máquina, como previra Hegel, que, em 1820, já usara o termo excluído. Os trabalhadores desempregados atuais, aos quais nos estamos referindo, sobrevivem numa sociedade capitalista. Nesta, os seres, inclusive os humanos, encontram-se universalizados sob a forma de mercadoria. A relação entre as mercadorias é mediada pela mercadoria dinheiro, que o capital convenciona como moeda universal para a troca.

O trabalhador encontra-se no limite do seu despojamento, aquele em que parece não haver outra alternativa senão a morte, à concordância com a necessidade da queima do estoque excessivo da mercadorias mão-de-obra, para garantir os índices de produtividade e competitividade exigidos pelo processo de acumulação de capital.

A realidade da exclusão ou a dimensão da pobreza que a torna visível não pode ser dissociada dos processos de destruição de uma política de direitos de cidadania, saúde, educação, segurança, habitação e regulamentação do trabalho, instituídos com o Estado Social.

O capital marginaliza e expulsa os trabalhadores dos processos de trabalho e de participação política. A exclusão, como um foco de luz lançado em direção à pobreza, presta-se à compaixão, evidenciando uma ideologia perversa que tanto oculta uma política deliberada de produção da exclusão, como divide o sujeito ético em dois, colocando, de um lado, a vítima sujeita à exclusão; de outro, o sujeito da compaixão.

Chauí (1999) mostra que a vitimização da maioria das pessoas, tornadas desnecessárias e descartáveis, pela organização dos processos contemporâneos de trabalho, faz com que o agir ou a ação fiquem concentrados nas mãos dos não-sofredores, das não-vítimas que devem trazer, de fora, justiça para os injustiçados. Estes, portanto, perderam a condição de sujeitos éticos para se tornarem objetos de nossa compaixão... Mudar de paradigma seria torná-los sujeitos de sua própria inclusão.

A nova realidade da exclusão social, ou 'apartheid social', introduz uma nova dialética na sociedade. Ao lado da velha dialética 'capital x trabalho', é preciso pensar, ao mesmo tempo, a dicotomia entre os integrados no mercado e os que estão excluídos e os insatisfeitos com a atual lógica excludente."
( ..CONTINUA.. )

15/Agosto/2003

"EXISTE UMA LÓGICA NA EXCLUSÃO SOCIAL E NA COMUNICAÇÃO - 6"

 ( ..CONTINUAÇÃO.. )
 "Constata-se ainda que, mesmo no meio de grupos cristãos engajados em ações de solidariedade para com os excluídos ou com a luta das mulheres, dos indígenas e negros, predomina a influência pós-moderna com a valorização do fragmento, do particular e do cotidiano, em detrimento de um pensamento capaz de trabalhar com o conceito de totalidade social e ações estratégicas. Na prática, isso significa a valorização quase que exclusiva de trabalhos locais e específicos, desvinculados de projetos políticos e sociais mais amplos.
A opção pelos pobres, embora importante, não implica necessariamente na articulação da fé com as grandes questões e projetos sociais. (cf. Sung, 1998:76)

Segundo Comblin (1996:98) não se superou ainda o dualismo entre religião e política. Não há tarefa mais urgente do que unir de novo o que esteve separado durante tanto tempo, o político e o religioso, o social e o místico. A teoria tem que fundamentar uma prática eficaz.

Como já acenamos, a exclusão social não é uma exclusividade dos países do Terceiro Mundo. Tanto na América do Norte (EUA e Canadá) como na América Latina existe o fenômeno da concentração de riqueza e o contraste que está se dando entre os bolsões de riqueza no meio de um mar de pobreza (nos países da América Latina) e entre bolsões de pobreza no meio da riqueza (na América do Norte) (cf. Sung, 1998: 91).
Um número cada vez maior de pessoas nos Estados Unidos e a maioria da população na América Latina está sendo excluída do MERCADO. São assim excluídos dos fundos do desenvolvimento, das condições de uma vida digna e, o pior, até da própria possibilidade de sobrevivência.

Ainda, segundo Sung, estar excluído do MERCADO não significa, entretanto, estar excluído da sociedade e do alcance dos meios de comunicação social que socializa os mesmos desejos de consumo. Temos assim a trágica situação, em que os pobres, jovens adultos, são estimulados a desejarem o consumo de bens sofisticados e supérfluos, ao mesmo tempo em que lhes é negada a possibilidade de acesso à satisfação das necessidades básicas para a sua sobrevivência digna.

Uma das causas fundamentais do processo de exclusão é o desemprego estrutural que atinge a América Latina e quase todo mundo. É estrutural porque não é fruto de uma conjuntura econômica, que passaria: as empresas se defendem da crise econômica, na medida em que demitem seus funcionários. 

O desemprego estrutural é fruto do atual modelo de globalização econômica, da revolução tecnológica e da financeirização da riqueza.

Nas sociedades pré-modernas, o homem trabalhava para viver. Nas sociedades capitalistas as pessoas vivem para acumular riquezas. A riqueza está financeirizada e em grande parte é fictícia. Não é composta de bens tangíveis, mas de números piscando nas letras dos luminosos (outdoor). A finalidade do lucro é o lucro

A busca ilimitada de riqueza pela riqueza acaba destruindo o sistema ecológico, que possibilita a vida humana. Produz também a pobreza, a exclusão, os contrastes sociais, a violência desenfreada e o crescente consumo e tráfico de drogas.

Na realidade latino-americana, o pobre ou o desempregado, cada vez mais, se encontram em situação difícil, pois os programas de ajuste econômico de inspiração neo-liberal tendem a cortar drasticamente os poucos programas sociais existentes.

As empresas procuram se modernizar sob a pressão do mercado. Ora, em quase todos os países latino-americanos existem, justapostos, grupos sociais que vivem em tempos históricos diferentes. Alguns vivem numa cultura pré-moderna, usando técnicas de produção da época da revolução agrícola, sem acesso à educação formal das sociedades urbanas industrializadas. Outros pertencem à segunda revolução tecnológica, à era industrial fordista. Um terceiro grupo vive numa cultura pós-moderna, com acesso às tecnologias de última geração. Muitos não estão aptos para as empresas modernas. Isto também gera desemprego.

Além disso, a elite de nossos países se sente mais próxima e identificada com a elite dos países desenvolvidos, do que com a nossa população pobre. É difícil conseguir sua adesão para programas sociais, se não compreenderem a fundo as ideologias que sustentam essa situação e as que podem combatê-la e superá-la.

Uma sociedade baseada numa lógica de exclusão gera e é alimentada por uma cultura da insensibilidade. Essa cultura da insensibilidade, frente aos sofrimentos dos outros, especialmente dos pobres, beira o cinismo e não cresceu por acaso. É fruto de diversos fatores históricos e outros de ordem antropológica."
( ..CONTINUA.. )

Olga de Sá - Revista Ângulo / FATEA - Lorena  )

18/Agosto/2003

"EXISTE UMA LÓGICA NA EXCLUSÃO SOCIAL E NA COMUNICAÇÃO - 7"

 ( ..CONTINUAÇÃO/FINAL.. )
 "A ÓTICA CRISTÃ

A ótica cristã não é somente fruto da razão. Fundamenta-se na prática de Jesus que tem seu eixo no anúncio do Reino de Deus. Jesus Cristo inclui o Reino, na Oração do Pai Nosso: venha a nós o Vosso Reino·. Significa que o Reino de Deus se realiza na construção de uma Sociedade Nova, mediante a conversão das pessoas para a justiça e a solidariedade.

Cada pessoa deverá ser sal da terra e luz do mundo, no espaço das relações humanas e da pólis, fermento do novo céu e da nova terra.

A solidariedade cristã fundamenta-se na fé, enquanto a solidariedade cívica funda-se na razão. A solidariedade cristã é fraternidade, que repousa na consciência da filiação divina.

Para a fraternidade cristã, a humanidade constitui uma grande família, formada por uma multidão de famílias menores, nações, confissões religiosas, comunidades regionais, corporações profissionais etc..

As formas de convivência entre pessoas e entre nações devem estar impregnadas de valores cristãos. Isto não se constrói da noite para o dia. Estamos no III Milênio de Cristianismo. Tantos séculos atravessados também pela irracionalidade da História e a lógica da maldade, que se expressa geralmente, pelo poder.
A educação é a grande construtora dos ideais humanos.
Temos esperança de que a justiça seja, finalmente, patrimônio da humanidade e o Amor, sua plenitude."
( ..FINAL.. )

Olga de Sá - Revista Ângulo / FATEA - Lorena  )

19/Agosto/2003

"A INDÚSTRIA DO ARMAZENAMENTO - 1"

 "Os últimos meses foram brutais para a tecnologia da informação e a visão geral, a curto prazo, não oferece muita esperança de crescimento.
Apesar disso, há notícias encorajadoras para a indústria de armazenamento e de gerenciamento de dados, que pode esperar receber uma parte maior dos orçamentos de T.I. . Mas a concorrência por esses dólares será acirrada, uma vez que os executivos de tecnologia vêm se tornando notadamente contrários aos riscos."

Dan Warmenhoven - CEO da Network Appliance - Inf. Week  )

20/Agosto/2003

"A INDÚSTRIA DO ARMAZENAMENTO - 2"

 "Para ter sucesso daqui para frente, os fabricantes devem oferecer um rápido retorno de investimentos e um baixo custo total de propriedade. As empresas de armazenamento que prosperaram em um ambiente no qual os clientes eram praticamente forçados a comprar sistemas por um preço muito alto não vão continuar tendo sucesso frente aos concorrentes que oferecerem sistemas modulares que podem ser expandidos conforme a necessidade, que são mais eficientes e apresentam melhor relação custo x benefício.
Em períodos de difícil situação econômica, cabe aos gestores valorizarem o patrimônio das informações de suas organizações para gerar maior valor, sem comprometerem a disponibilidade, o acesso ou o desempenho."

Dan Warmenhoven - CEO da Network Appliance - Inf. Week  )

21/Agosto/2003

"A INDÚSTRIA DO ARMAZENAMENTO - 3"

 "O que é que os executivos de T.I. querem exatamente ? Eles querem soluções de gerenciamento que sejam mais simples e melhores.
A quantidade de informações que as empresas precisam acessar, gerenciar e distribuir está aumentando a cada dia, e elas precisam ter acesso rápido e seguro aos seus dados, a fim de se tornarem mais competitivas.
Acrescente o fato de que a maioria das companhias tem sistemas de vários fabricantes e o resultado é que o gerenciamento de armazenamento heterogêneo é fundamental. Elas precisam de meios para integrar completamente os sistemas de todos os fabricantes dentro de suas infra-estruturas.
Também há a busca por trabalhar com empresas que continuarão em atividade por um longo período e que sejam capazes de fornecer o mais alto nível de serviços e de confiança."

Dan Warmenhoven - CEO da Network Appliance - Inf. Week  )

22/Agosto/2003

"A INDÚSTRIA DO ARMAZENAMENTO - 4"

 "No que se refere à tecnologia, coisas empolgantes estão acontecendo.
A tendência de storage direct-attached e o direcionamento ao armazenamento em rede continuará estável.
Também está claro que a maioria das empresas precisa de sistemas de armazenamento conectados em rede e de redes de armazenamento com base em Fibre Channel, que permitirão que elas acessem, gerenciem e distribuam facilmente suas informações.
A emergência das tecnologias de operação em rede oferecerá opções ainda mais flexíveis, com melhor relação custo x benefício ."

Dan Warmenhoven - CEO da Network Appliance - Inf. Week  )

25/Agosto/2003

"CENTRALIZAÇÃO x AUTONOMIA LOCAL"

"A tarefa de administrar dívidas em moeda estrangeira requer
    centralização total, enquanto que o atendimento ao cliente,
    especialmente em alta tecnologia, requer autonomia local quase
    total
, indo muito além da descentralização tradicional.
Cada um dos funcionários que prestam o atendimento precisa ser  -chefe-,
    com o resto da organização seguindo as suas orientações."

( Peter Drucker - Peter Ferdinand Drucker - Site - 1909/*** )

26/Agosto/2003

"A LÍNGUA"

 "A língua não pesa praticamente nada,
mas poucas pessoas conseguem segurá-la."

Desconhecido  )

27/Agosto/2003

"CARÁTER"

 "Após apreender os estímulos, o indivíduo os classifica, interpreta, dá-lhes um significado e os incorpora em seu mundo interno. A partir dessa incorporação ele organiza e estrutura o seu mundo interno como uma construção própria, onde os objetos são inseridos por ordem de significância. O mundo interno é um universo estruturado de acordo com a existência do indivíduo. E é de acordo com esse mundo interno que o indivíduo elabora as reações aos estímulos.

Caráter é o modo tendencial primário de incorporar os estímulos ao mundo interno, organizar e configurar o seu mundo interno e elaborar as reações aos estímulos.

Como vemos, o caráter envolve múltiplas atividades, o que o torna complexo. Podemos dizer que o caráter representa um posicionamento do indivíduo em relação a si mesmo e ao mundo, uma atitude fundamental básica frente à vida e à existência.

Chamamos a atenção para um outro conceito de caráter, popularmente difundido e que nada tem a ver com o conceito psicopatológico. É aquele que se refere ao conjunto de valores do indivíduo, uma concepção essencialmente moralista.
Por este conceito pode-se falar de um bom ou mau caráter, o que, na psicopatologia, não faz o menor sentido.

 Outro engano muito comum é o de considerar que o caráter é adquirido ao longo da vida. Esta crença surge a partir do conceito de caráter como o conjunto de valores e dos parâmetros básicos do mundo interno, isto é, um conceito de conteúdo.
Esse conceito de caráter cria um problema sério, pois o torna uma variável absolutamente individual, impedindo que ele possa ser tratado cientificamente, pois não é possível estabelecer categorias uniformes de conteúdo. O conceito de caráter da psicopatologia é um conceito formal e o caráter é primário. Ele é, portanto, inato. O indivíduo nasce e morre com o mesmo caráter, não há variação do caráter na existência do indivíduo. Deste modo, ele pode ser tratado cientificamente com o maior rigor."

Xsatu Psicologia  - Site Fortunecity  )

ps: terrível afirmar-se que o caráter é inato, que nasce e morre com o indivíduo, sem variação. Ao nosso ver, isso é uma negação da capacidade de aprender, de sentir  e de evoluir do ser humano ... ; nos sentimos melhor com a crença, mesmo considerada errônea,  do caráter como um conjunto de valores individuais de cada ser, que podem ser modificados ou moldados segundo a sua vontade, no decorrer da vida  (nota de Celio Franco).

28/Agosto/2003

"O QUE É FILOSOFIA"

 "A filosofia é um modo de pensar, é uma postura diante do mundo.
A filosofia não é um conjunto de conhecimentos prontos, um sistema acabado, fechado em si mesmo. Ela é, antes de mais nada, uma prática de vida que procura pensar os acontecimentos além de sua pura aparência. Assim, ela pode se voltar para qualquer objeto. Pode pensar a ciência, seus valores, seus métodos, seus mitos; pode pensar a religião; pode pensar a arte; pode pensar o próprio homem em sua vida cotidiana. Até mesmo uma história em quadrinhos ou uma canção popular podem ser objeto da reflexão filosófica.

A filosofia parte do que existe, critica, coloca em dúvida, faz perguntas importunas, abre a porta das possibilidades, faz-nos entrever outros mundos e outros modos de compreender a vida.

A filosofia incomoda porque questiona o modo de ser das pessoas, das culturas, do mundo. Questiona as práticas política, científica, técnica, ética, econômica, cultural e artística. Não há área onde ela não se meta, não indague. E, nesse sentido, a filosofia é "perigosa", "subversiva", pois vira a ordem estabelecida de cabeça para baixo.

 Talvez a divulgação da imagem do filósofo como sendo uma pessoa "desligada" do mundo seja exatamente a defesa da sociedade contra o "perigo" que ela representa.

O trabalho do filósofo é refletir sobre a realidade, qualquer que seja ela, re-descobrindo seus significados mais profundos.

Filósofos diferentes têm posturas diversas com relação a imagem institucional de sabedoria e compreensão. Embora com motivações diferentes, deram a sua importante contribuição para o alargamento das fronteiras.

A filosofia quer encontrar o significado mais profundo dos fenômenos. Não basta saber como funcionam, mas o que significam na ordem geral do mundo humano. A filosofia emite juízos de valor ao julgar cada fato, cada ação em relação ao todo. Assim, filosofar é uma prática que parte da teoria e resulta em outras teorias.

Desse modo, embora os sistemas filosóficos possam chegar a conclusões diversas, dependendo das premissas de partida e da situação histórica dos próprios pensadores, o processo do filosofar será sempre marcado pela reflexão rigorosa, radical e de conjunto.

O conceito de filosofia foi muito bem definido por Gerd A. Bornheim no livro
'Os filósofos Pré-socráticos': 
'...Se compreendermos a Filosofia em um sentido amplo - como concepção da vida e do mundo - , poderemos dizer que sempre houve filosofia. De fato, ela responde a uma exigência da própria natureza humana; o homem, imerso no mistério do real, vive a necessidade de encontrar uma razão de ser para o mundo que o cerca e para os enigmas de sua existência...'."

Profª. Ms. Cristina G. Machado de Oliveira  )
Saiba Mais em 'Filosofia Virtual', a partir de nossa Página Educação (CLICK aqui)

29/Agosto/2003

"ALQUIMIA DA MUDANÇA"

 "Diferencial estratégico na década de 1980, o capital perdeu espaço para a tecnologia que, nos anos 90, estabeleceu uma nova ordem mundial.
Uma vez iniciado o século XXI, entretanto, chegou a vez das pessoas assumirem as rédeas das vantagens competitivas. Apesar de ter perdido sua posição, no topo deste pódio, a Tecnologia da Informação ainda é importante, permanecendo no papel principal da maior parte das mudanças organizacionais. Consequentemente, os executivos da área também continuam sendo pivôs nesse processo.

Considerando-se que, no conturbado mercado atual, essas mudanças não são poucas e seus impactos sobre o comportamento das pessoas não são brandos, a habitual abordagem intuitiva começa a ser substituída por métodos mais profissionais.
Esta é a proposta do 'change management':  reduzir as incertezas e inseguranças  que pairam sobre os funcionários e obter deles o comprometimento em explorar ao máximo o lado positivo das novidades."

Renata V. Mesquita - Information Week  )

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