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LINS - SP"
Princesa da Noroeste "
SOBRE A CIDADE DE LINS Área da unidade territorial: 571 Km2 Prefeito 2009/12: Waldemar Sândoli Casadei - PMDB 15 (*) População Estimada Prefeito 2005/08: Waldemar Sândoli Casadei - PMDB Estimativa Populacional IBGE-2007: 69.240 hab.
(*) Estimativa Populacional IBGE-2006: 71.382 hab. Estimativa Populacional IBGE-2005: 70.554 hab. Estimativa Populacional IBGE-2004: 69.721 hab. Resultados do Universo do Censo 2000 Valor do Fundo de Participação dos Municípios
(FPM): População residente População residente de 10 anos ou mais de
idade (2004) Fonte: IBGE (*) Resposta do IBGE à nossa indagação sobre a Contagem da População 2007, em relação às estimativas anteriores: A estimativa da POPULAÇÃO baseia-se, dentre
outros aspectos, na série histórica para as populações,
onde a tendència do conjunto de dados influi no valor estimado. BREVE HISTÓRIA DE LINS
Lins nascia com o nome de Douradinho (Brumadinho), Campestre, Santo Antonio do Campestre; depois Albuquerque Lins e finalmente Lins. Surgiu no cruzamento de uma trilha de índios localizada nas proximidades dos Rios Tietê e Dourado e a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. As paralelas cintilantes que eram os trilhos da Estrada de Ferro, chegavam por estes lados trazendo os homens e suas gentes cortando as matas com seu destino já traçado pelo Marechal Rondon, rumo ao Mato Grosso. Desde o nascer desta terra generosa e boa, imperou o amor e o bairrismo pelo torrão que emergia da mata. De elevado espírito religioso, tratavam desde logo os primitivos moradores, dentre aos quais destacamos: Cel. Manoel Francisco Ribeiro, Cap. Joaquim Carlos Ribeiro, Manoel Lourenço Ribeiro, Francisco José Ribeiro, José Noronha Ribeiro, Cel. Joaquim Toledo Piza e Almeida, Francisco Téofilo de Andrade, Frederico M. Costa, Amâncio Nogueira, José do Rego, Francisco Veloso Martins, Cel. João Pedro de Carvalho Júnior, Joaquim de Godoy, Fortunato Hena, Joaquim Barbosa de Morais, Amâncio de Assis Nogueira, Egidio Galleti, Domingos de Matos Guedes, Antonio Marques Castanheira, Dona Amélia Marques Castanheira (primeira parteira de Lins), Antonio Seabra (primeiro professor) e outros. A fé e o espiríto daqueles primórdios, os bandeirantes desta terra, resultou no surgimento de um aglomerado de toscas casas, a maioria de pau-a-pique, cobertas de zinco ou da própria vegetação local, ao redor da Estação de Campestre. Desde o ano de 1906 o fazendeiro Manuel Francisco Ribeiro, que tinha grande extensões de terra em São Sebastião de Pirajuí (hoje Pirajuí), já andava por estas paragens atrás de farta caça e pesca. A partir de então várias famílias aqui se estabeleceram (Ribeiro Noronha, Moreira da Costa, Toledo Piza, Carvalho, Andrade, Assis Nogueira, etc.), fundando o patrimônio de Santo Antônio do Campestre. Em 16 de fevereiro de 1908, o então Presidente da República, Senhor Afonso Penna, acompanhado do Eng. Conde Paulo de Frontin (inspetor da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil), visitou a região para proceder a inauguração da 20a. seção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, compreendendo as Estações de Monjolo (Presidente Afonso Penna, hoje Cafelândia), onde almoçou, a Estação de Hector Legrú (hoje Promissão), chegando até Miguel Calmon (hoje Avanhandava). Por motivos imperiosos e alheios à sua vontade deixou de seguir viagem, com a comitiva do Presidente, o Major Manoel Joaquim de Albuquerque Lins, então Presidente da Província de São Paulo (sendo representado pelo Deputado Luiz Toledo Sobrinho). Naquele mesmo dia 16 de fevereiro de 1908, a estação da via férrea, Km 152, recebeu o nome de "ALBUQUERQUE LINS" em homenagem ao Presidente da Província. João Noronha Ribeiro, Virgilio Noronha Ribeiro (descendentes do Cel. Manuel), construíram as primeiras casas de tábua no decorrer do ano de 1911, aqui chegando no mesmo ano Frederico Moreira da Costa. O Cel. João Pedro de Carvalho veio em 1912, juntamente com sua esposa Dona Sózima Andrade de Carvalho, sendo ela mais tarde, Presidenta da Legião Brasileira de Assistência, Seção de Lins, criando ainda o Patronato Anita Costa; ambos paulistas, proprietários de uma gleba de terras, colaboraram decisivamente no progresso ascendente de Lins, juntando-se aos que aqui antecederam, e a outros tantos que viriam sucessivamente. Transcorria o ano de 1913, quando aqui se estabeleceu o Cel. Joaquim de Toledo Piza e Almeida e sua esposa, Senhora Dona Maria Augusta de Souza Piza. Foi doada pelo Coronel uma gleba à Municipalidade de Bauru, anexa à Estação de Albuquerque Lins, para que se estabelecesse o núcleo de uma povoação. Criou-se o Distrito de Albuquerque Lins, transferido em 1914 para o município de Pirajuí. Em 30 de dezembro de 1913, o Doutor Carlos Augusto Pereira Guimarães, Vice-Presidente do Estado em exercício, promulgou a Lei Estadual n. 1408, criando o Distrito de Paz de Albuquerque Lins, com sede no povoado da estação do mesmo nome da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, no município de Bauru. Tudo se passou muito rápido, era o fim da 1a. Guerra Mundial, nossa LINS, pujante, resfolegava em progresso, rumo a sua emancipação política, que se daria em 21 de abril de 1920. O Aniversário de Lins é comemorado em 21 de Abril. Fonte: PM LINS
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